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Não pedimos muito. . .

Não pedimos muito. . .

Não pedimos muito. . .

POR MLAGATTO

O plantel de River já está há dias na bonita cidade de Guadalajara, treinando e se preparando para tentar reverter o catastrófico resultado de semana passada no Monumental. Convenhamos, não será nada fácil. Chivas joga de local, é uma equipe muito bem armada, que joga um futebol rápido e eficiente, e ainda por cima conseguiu dois excelentes gols de visitante.

Do outro lado estará este triste River de recordes negativos, que ultimamente deu por fazer papelões domésticos e internacionais, que há muito tempo não ganha uma partida, e que há mais tempo ainda joga sem convencer ninguém.

Mas o futebol é uma caixinha de surpresas. Esta é a razão pela qual este jogo simples apaixona e continua arrastando multidões aos estádios de todo o mundo. A diferença de outros esportes, em que geralmente o favorito ganha, num jogo de futebol tudo pode acontecer. E isto inclui River sair vitorioso amanhã de Jalisco.

Claro que, a esta altura, para muitos é difícil acreditar nesse quadro, tal a seqüência de frustrações a nos submeteram nos últimos meses. Mas em algum momento esses homens vão tomar consciência de que continuar jogando assim não é possível. Talvez sim em qualquer outro clube, mas não em River.

Se, depois de conquistar o Clausura, alguns deles imaginaram que seriam transferidos a clubes da Europa, a realidade hoje é bem distinta. A crise financeira global, que explodiu com toda força apenas iniciado o segundo semestre, mudou totalmente os valores das coisas, salários de jogadores incluídos.

Se em junho, graças ao título recém conseguido, tinham esperança de cruzar o oceano, da forma que vêm jogando ultimamente é difícil que algum clube de primeira linha queira contratá-los. Digo mais: muitos deles estão mais próximos de ter seus contratos em River diretamente rescindidos.

Estar no fundo do poço tem seu lado bom: não dá para cair mais. É o momento de começar a subir. A esta altura, uma boa parte dos riverplatenses deixou de acreditar no time. Para esses jogadores, desanimados e desacreditados como estão, é chegada a hora de surpreender.

Não pedimos muito, apenas uma façanha: voltem com a classificação.


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