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O ADN riverplatense

O ADN riverplatense

O ADN riverplatense

POR MLAGATTO

Todos muito contentes com o 33ro. campeonato e tranqüilos nesta segunda metade de 2008. Que nada! O “Apertura” mal começou e as críticas ao futebol mostrado até agora por River já se fazem sentir. Um breve tour pelos meios não me deixou dúvidas: nos colunistas notamos mais ceticismo que outra coisa.

É o proverbial ADN riverplatense: não basta somar pontos, tem que somar sempre e três de cada vez; não basta ganhar, tem que ganhar jogando bem; não basta jogar bem, tem que golear. Como diz a galera: River tem que ganhar, gostar, e golear. Nada mais, nem nada menos.

Esta forma de exigência, se não é exclusiva do River Plate, devem ser contados com os dedos uma mão os clubes no mundo que padecem a mesma pressão: Real Madrid, Barcelona, e mais um ou dois, talvez, quando muito. A frase de Beto Alonso de meses atrás precisa ser emoldurada: “River tem a camisa mais pesada-pesada do futebol argentino”. E uma das mais pesadas do mundo, eu acrescentaria.

Não podia ser diferente: finalizada a 3ra. rodada River ganhou apenas 4 dos 9 pontos em disputa, um desempenho no mínimo pífio para o atual campeão argentino. E a participação de River na Sulamericana - geralmente usada por alguns DTs como desculpa para resultados adversos – nem começou ainda.

Do seu lado, Simeone continua com seus experimentos (que a esta altura parecem mais um jogo de azar do que tática futebolística), mas precisamos reconhecer uma coisa: o homem não se cansa de arriscar e testar novas formações com o plantel que tem a disposição.

Se isto dará resultado é coisa para ser vista. Esperemos que não acabe jogando Simeone e alguns de seus comandados nessa “máquina de moer carne” em que River se transforma sempre que os resultados não aparecem.

Domingo vamos contra San Lorenzo. Oportunidade imperdível de revanche.


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